
Fonte original: G1
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EntretenimentoÍcone do cinema foi escalada para cinebiografia musical aguardada
John Virgo, who co-presented TV show Big Break and commentated on the BBC for 47 years, has died.
EntretenimentoTarifa do transporte coletivo sobe 5,23% em São João da Boa Vista A tarifa do ônibus em São João da Boa Vista (SP) será reajustada em 5,23% a partir de domingo (1°). Os usuários do transporte público pagarão R$ 5,40 usando o cartão ou aplicativo. Já para os pagamentos em dinheiro, o valor da passagem será de R$ 5,90. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Antes, a tarifa do ônibus para pagamento em cartão ou pelo aplicativo custava R$ 5. Já a passagem em dinheiro, R$ 5,50. Com o reajuste, o valor pago por estudantes e professores passará de R$ 2,50 para R$ 2,70. Mais notícias da região: REAJUSTE: Tarifa de ônibus em Araraquara é reduzida para R$ 5,25 após decisão da Justiça sobre valor único MAUS-TRATOS: Pit bull resgatada desnutrida vivia em extremo abandono: ‘nunca vi tanto carrapato’, diz veterinário INVESTIGAÇÃO: Sacos de leite do programa 'Viva Leite' vencidos são descartados em área rural no interior de SP A gratuidade para pessoas acima de 65 anos, aposentados e pessoas com deficiência (PCD) permanecem inalteradas. Segundo o Departamento de Desenvolvimento Econômico, o reajuste foi necessário diante do aumento contínuo dos custos de operação e da redução no número de passageiros pagantes. O último reajuste tarifário ocorreu em outubro de 2024 e, conforme contrato, deveria ter sido aplicado novamente após 12 meses. No entanto, a prefeitura postergou o aumento por quatro meses, como forma de amenizar o impacto à população. Tarifa de ônibus sofre reajuste de 5,23% em São João da Boa Vista Prefeitura de São João da Boa Vista/Divulgação VÍDEOS DA EPTV: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara
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EntretenimentoUma soldado da PM morre com um tiro na cabeça e o caso é investigado como morte suspeita Poucos dias antes de ser encontrada morta com um tiro na cabeça, na última quarta-feira (18), a policial militar Gisele Santana conversou com familiares pedindo ajuda. “Pai, vem me buscar porque eu não aguento mais", escreveu ela em uma mensagem. Segundo parentes de Gisele, ela não suportava mais a pressão no relacionamento. Gisele, de 32 anos, foi encontrada com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido, um tenente-coronel da Polícia Militar, no Brás, na região central de São Paulo. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Inicialmente registrado como suicídio, o caso passou a ser investigado como morte suspeita após familiares relatarem histórico de violência psicológica, controle e ameaças. Parentes afirmam que a policial mudou de comportamento depois do casamento, em 2024. Segundo eles, Gisele teria se afastado da família e passado a viver sob restrições impostas pelo marido, como proibições relacionadas a roupas, uso de maquiagem e contato com outras pessoas. "Ela era uma menina bem cuidada, bem tratada, era uma menina feliz. Só que depois que ela ficou com ele, a alegria dela a gente viu que se apagou", relatou uma tia de Gisele. PM Gisele Alves Santana foi encontrada morta em casa na cidade de São Paulo Reprodução/TV Globo A família também relata que a filha da PM, de 7 anos, teria presenciado discussões e episódios de violência psicológica dentro de casa. Na versão apresentada à polícia, o tenente-coronel disse que havia comunicado à esposa que queria se separar. Ele afirmou que, após uma discussão, foi tomar banho e ouviu um disparo. Ao sair, encontrou Gisele ferida, com a arma dele na mão. O oficial disse que acionou o resgate, a polícia e um conhecido. Familiares contestam versão Parentes de Gisele afirmam que a PM planejava pedir o divórcio e que vinha sofrendo pressão constante. Segundo relatos, dias antes da morte ela telefonou ao pai pedindo ajuda para sair de casa, mas decidiu permanecer após dizer que tentaria conversar novamente com o marido. Tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, marido de Gisele, estava em casa quando disse que escutou o tiro Reprodução/TV Globo Ainda de acordo com a família, o oficial teria enviado uma mensagem considerada ameaçadora quando soube da intenção de separação: um vídeo em que apontava uma arma para sua própria cabeça, que não foi divulgado por se tratarem de imagens sensíveis. Após a morte, o tenente-coronel solicitou retornar ao apartamento para tomar banho, pedido inicialmente negado e depois autorizado pelos policiais que atenderam à ocorrência. A investigação está em andamento e é conduzida pela Polícia Civil de São Paulo, com acompanhamento da Polícia Militar. Um laudo pericial sobre a trajetória do disparo deve ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte. Gisele estava na corporação havia anos e, segundo familiares, se preparava para assumir uma função no Tribunal de Justiça Militar. Parentes dizem que ela estava satisfeita com a carreira e defendem que o caso seja apurado como feminicídio. A defesa do tenente-coronel não foi localizada até a última atualização desta reportagem. Ouça os podcasts do Fantástico O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.
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